quarta-feira, setembro 27, 2006

Porcos na Caçamba


A vida fica mais simples observada dessa maneira. E mais prática também. Afinal, quem pensa que humanos são tão mais preciosos que porcos?

“Edgar nunca reage imediatamente, não sabe o que é ímpeto, impulsividade. Pondera as questões, percebe o todo e sua unidade, e toma as atitudes com o domínio invernoso da razão. No silêncio encontra conforto, impõe respeito, temor e mergulha no doce e minúsculo lago do espírito enquanto o mundo extingue-se sem fazer barulho, submerso.”

[Trecho de “A Guerra dos Bastardos” _ inédito_ ana paula maia]
*That´s all folks*

2 comentários:

Diogo Costa disse...

Isso me faz lembrar os comentários feitos por Jorge Furtado em seu curta "Ilha das Flores".

"Qual a diferença entre os homens e os porcos, o número de dentes?"

Lá, o que o criador de porcos rejeita como alimento para seus bichanos, os humanos fazem sopa.

Por outro lado, quer dizer, "do seu lado", dá pra enxergar uma simbiose: porcos pensando que são humanos, humanos porcos se achando humanos. E os porquinhos? Só o presuntinho do Cartoon? Eu já criei um. Comprei numa feira no interior da Bahia. O nome dele era marajá. Deixei ele na roça de meu avô. Criei como cachorro. Deitava no chão e abria as pernas. Era legal marajá. Mas o fim dele não foi muito legal. Até os bons morrem. rs

Abração Ana.

Diogo Costa disse...

Ah sim, gostei dos pesticos de jacaré comidos como danoninho... hehehe.
Imaginei a cena. Que gosto tem?

Abraço.