terça-feira, novembro 21, 2006

Álibis preventivos e filmes baratinhos.

Como sei que há muitos rapazes por aqui.... Bem, saciem os olhos!



“Tainted Love”, do The Pussycat Dolls, interpretado por Marilyn Mason é sensacional. Parece trilha sonora de filme de terror, cheios de recursos de videoclip e bem sarcástico. É o que estou ouvindo neste momento. É bom registrar essas coisas. Daqui a um mês ou um ano, saberei o que estava ouvindo. Pode parecer idiota, mas fazer alguns registros ou guardar recibos pode livrar sua pele. Você pode ser suspeito de um crime pelo simples fato de chegar de surpresa na cena do crime. Sem mais nem menos. Você precisa de um álibi. Você tem o recibo da locadora de vídeo e ali mostra que você estava em outro lugar. Sempre pensei nisso. Em álibis. Então guardo recibos. Sempre. Ao menos por algum tempo.



Isso parece coisa do detetive Monk. É, parece. Mas se você olhar bem de perto, é uma saída. Sabe em filmes policiais em que há sempre aquela famosa pergunta: “Onde você estava no dia tal do mês tal do ano tal?” Aí você responde. E ele continua: “Você tem como provar?” Porra, eu tenho o recibo do supermercado ou do estacionamento ou da vídeo locadora. “Sim, eu tenho um álibi”.


No mundo cão, ter um baú cheio de recibos é uma saída. Fica aí a dica de como ter sempre um possível álibi nas mãos. Voltando a “Tainted Love”, é uma das letras mais Emos que já ouvi.

As vezes sinto
que tenho que Fugir
Tenho que
Me afastar
Da dor que você insere no meu coração
O amor que compartilhamos
Parece não levar a lugar algum
E perdi minha luz
Pois me debato e me reviro, não consigo dormir à noite

Refrão:
Uma vez corri pra você
Agora eu corro de você
Este amor irreal que você me deu
Eu te dei tudo que uma garota poderia te dar
Seguro minhas lágrimas e isto não é viver, oh
Amor irreal
Amor irreal



E por falar em Emos, eu e a Simone Campos, estávamos suspensas em prateleiras de uma locadora de vídeo. A comparação com os Emos é porque estávamos catalogando os filmes deliberadamente. Fala sério, aquilo está uma tentação. Eu comprei somente três: Nadja, do David Lynch e dois Monty Python: “Em busca do cálice sagrado” e “Jabberwocky”. Simone comprou sete. Fizemos uma pequena limpa.

Vou dar a preciosa dica, hein! Vídeo locadora do Estação Botafogo

http://www.estacaovirtual.com/estacaovideo/


Os VHS estão custando DOIS reais. Sim, isto mesmo. E depois dessa farra, ainda encontramos coca-cola em garrafa por apenas UM real. Como o mundo barateou de repente. Vou logo avisando: deixei um Mad Max na última prateleira, por favor, deixe-o lá. Vou voltar pra buscar.

Não se acanhem. As prateleiras são altas, mas eles emprestam a escadinha de alumínio.


E parece que vou conseguir uma cópia em DVD de Faster Pussycat! Kill! Kill! Já conto com isso. Ai ai...



*That´s all folks*


3 comentários:

Diogo Costa disse...

Vi o Nazarian, mais uma vez, no Jô; figuraça. E a camisa de cobra do cara? É um gozador dos bons. Sua literatura é um das mais cotadas a furto no siciliano; já vi grupos de jovens daqui, rindo, lendo em pé o Mastigando Humanos, e olhando pras camêras de segurança... hehe.
Agora, duro foi ver uma idiota russa tomar banho numa água a 2 c°, mostrando tudo, pelada, na frente de Glória Maria, dizendo sorver a energia da água - tudo em nome de Paulo Coelho, pois, havia tido uma visão com ele e etc e blá blá blá. Essa cena passou no fantástico de domingo... Fantastic. haha. Meu deus! Que terror. Só escutando um Marilyn.

Abração Ana.

Diogo Costa disse...

As rinhas chegaram no Cronópios! Veja lá.

http://www.cronopios.com.br

ana paula maia disse...

Chegou sim!