segunda-feira, maio 14, 2007

Eu não sou Quentin Tarantino.

Na Folha de São Paulo deste sábado, dia 12, saiu uma longa matéria de capa com quatro escritores, eu sou um deles. As chamadas diziam:

"Independentes", novos rejeitam rótulo
Autores ressaltam mudanças criadas pela internet, dizem que é mais fácil publicar e preferem seguir caminhos individuais

Nova safra de escritores usa a rede e se distancia da tentativa de formação de "movimentos", como a chamada Geração 90.

*

Começo a receber impressões sobre o livro. A maioria muito boa. Mas existe algumas alfinetadas também.


Eu não sou Quentin Tarantino. Gosto muito dele, mas prefiro admirá-lo a imitá-lo, OK? Sendo assim... sei que a comparação é impossível de não ser feita, ok, concordo, mas eu prefiro que lêem o livro na sua dimensão completa. O livro vai muito além da violência, isso eu garanto.

Não se prendam ao óbvio, a violência é pano de fundo, por isso muitas vezes satirizada e ridicularizada. Percebam as nuances do texto e dos personagens.

Enfim... querem saber? Leiam como quiserem, a interpretação é individual mesmo, então não vou ficar falando disso. Sejam livres para entender como bem quiserem.

A primeira opinião que recebi sobre o livro foi na semana passada, do escritor João Gilberto Noll. O depoimento dele na quarta capa do livro é sobre o meu primeiro romance, porém, sua impressão quanto a este novo romance é ainda muito melhor. O título do email diz: "Quero mais".


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E para encerrar este post em alto nível, deixo um recorte que recebi por email de um amigo. É mesmo sensacional.






*That´s all folks*

Um comentário:

anônimo disse...

meu deus!